sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Parada Rápida, Guerra e nova IB

    Oi hamsters :) Como vão? Bem, parei de postar de novo, mas dessa vez não é por causa da escola. Entrei de férias hoje, porém, amanhã terei de fazer uma prova do PAS (Programa de Avaliação Seriada) e por estar me preparando pra isso eu parei de escrever. Eu sei que poderia ter tudo já escrito, só pra postar, mas já postei tudo que eu tinha. Só ficarei livre mesmo esse domingo. Ou seja, domingo pode voltar a postagem!!!!
    Agora outro aviso. É SOBRE UMA NOVA IB!!!! Mas essa IB não será uma IB comum!!! Na na ni na não u.u
    Minha nova IB terá dois casais para vocês acompanharem. Eu não sei como farei para organizar tudo, talvez seja um dia um casal e no outro dia outro casal. Sendo que ambos casais são parte de uma mesma IB, mas cada um terá seus conflitos. Bem, o motivo de eu estar fazendo dois casais tem um motivo. Tentar fazer minha parte para apaziguar uma guerra.
    Essa guerra, ao meu ver, é uma guerra idiota e sem motivos. Beliebers vs Directioners. Por que isso??? Eles todos se dão bem, já até comeram miojo juntos, um dos garotos da banda é fã do Justin. Não tem motivo isso!!!! Eu acho que é pelo fato de várias "beliebers" terem deixado de gostar do Justin para gostar de One Direction. Mas vamos combinar, essas garotas não eram e nunca serão fãs de verdade, pois fãs de verdade nunca abandonam seus ídolos por nada.
    Eu me considero uma Directioner, pois adoro aqueles meninos e a música deles. MAS ainda sou uma grande Belieber. Nunca deixei de sonhar ou pensar no Justin por causa do One Direction. Eu amo todos esses meninos porque cada um dos seis me ensinou uma coisa diferente.
    Então, essa IB é sobre o Justin (gostoso) Bieber e o One (delícia) Direction. O que vocês acham?? Vou deixar vocês escolherem qual garoto da banda vai ser o principal do segundo casal na IB na enquete que acabei de criar.
    Aprovada a minha ideia??? Ah, e se eu ler algum comentário de xingamento aqui eu vou rodar a baiana. Vocês podem até não gostar de One Direction, mas o objetivo não é forçar vocês a gostar desses meninos, apenas respeitar e deixar essa "briguinha" de lado. Ok?!
    Beijos de marshmallow pra vocês hamsters felpudos ;*

domingo, 25 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 21

    Chegamos a casa dela e ela parecia nervosa, mas eu estava extremamente confiante e corajoso. Entramos em sua casa e eu segurava sua mão, que tremia. Será que o pai dela é tão mal assim? Não me importo. Vou enfrentá-lo!
    - Pai? Mãe? – ela chamou pelos pais. 
    - Estamos na sala. – ouvi uma voz feminina que só poderia ser de sua mãe, obviamente.
    - Quero apresentar uma pessoa. – Daphne anunciou me puxando para uma porta.
    Ela abriu a porta e lá encontramos a sua mãe enfrente uma lareira que fumegava e seu pai sentado em uma poltrona virada de frente para a lareira. Perto deles havia uma mesa com alguns frios, baguetes, frutinhas e uma garrafa térmica, que no mínimo possuía ou café ou chocolate quente.
    - Mãe, pai...esse é o Justin. – disse Daphne parecendo mais nervosa que eu naquele momento.
    - Olá Justin. – a mãe dela disse simpática com um belo sorriso.
    - Tudo bem? – pergunto educadamente.
    - Sim. Fique a vontade. – ela disse ainda sorrindo.
    Então ouvi o leve barulho da poltrona quando o pai de Daphne foi se levantar para me cumprimentar. Ele se virou para me olhar e fiquei surpreso ao ver Stuart.
    - Stuart. – sorri – Mas...que coincidência.
    Stuart, diferente de mim, possuía, além da face surpresa, os lábios curvados para baixo.
    - Mas o que... O que esse menino... Daphne? – ele pediu uma explicação.
    - Bem...vocês parecem já se conhecer, de alguma forma. Mas...Justin era meu namorado lá em Stratford. E...bem...a gente meio que brigo e...
    - Eu conheço essa história. – Stuart disse interrompendo a filha.
    - Conhece? – Daphne perguntou confusa.
    Stuart não respondeu. Apenas ficou me encarando, enquanto eu meio que fazia o mesmo, tentando entender o que ele pensava naquele momento. Então ele pediu:
    - Justin, vamos conversar lá fora. – ele passou pela mesas de lanche e de lá pegou uma baguete, a maior.
    - Tudo bem. – concordei tentando entender o porquê da baguete.
    Ele me encaminhou para o jardim. O lugar estava iluminado. Eu dei uma olhada ao redor e ouvi o barulho da porta sendo fechada, quando me virei para Stuart vi aquele baguete avançando em minha direção. Me desviei na hora.
    - SANTO DEUS. – gritei assustado.
    - SEU IDIOTA. – Stuart disse vindo atrás de mim com a baguete.
    - Hey, Stuart. Que isso, cara? Você me conhece. Lembra?
    - Infelizmente. – ele ainda tentava me bater com a baguete.
    - Pai. – ouvimos Daphne o chamando da porta – O que é isso?
    - Você fez minha filinha sofrer, seu idiota.
    - Sim, mas sabe que  a amo. – disse antes de desviar de um pedaço de baguete que ele arrancou e arremessou em mim.
    Peguei o pedaço do pão no ar e dei uma mordida e comecei a correr novamente. Por que Stuart estava fazendo aquilo? Ele havia me elogiado pelo que eu havia feito. Depois de um tempo correndo percebi que ele parou e praguejou:
    - Droga! Ok, cansei. Venha aqui garoto. – ele me pediu.
    Fiquei o olhando por um momento sem certeza de que devia fazer o que ele havia pedido.
    - Venha logo antes que eu volte com uma baguete maior.
    Eu me aproximei devagar e quando cheguei perto ele estendeu a mão.
    - Vamos entrar, comer e conversar. Quero saber bem o que você quer...aquela conversa no bar não foi o suficiente para eu entender o que você quer.
    Nós entramos e todos nos reunimos perto da lareira. As baguetes restantes foram cortadas. Nelas tínhamos a opção de passar geleias, por queijos ou até mesmo as frutinhas, fazendo uma torradinha francesa. Na garrafa havia chocolate quente como eu havia previsto.
    Contamos para Daphne e para sua mãe como eu e Stuart havíamos nos conhecido e depois Stuart perguntou a mim e para Daphne como nos conhecemos e o desenrolo de nossa história. Ele não aprovou muito esse lance de amor incondicional que temos sendo que ficamos juntos por tão pouco tempo.
    - Stuart, não posso prometer nem a você, nem a ninguém que eu e Daphne iremos ficar pra sempre juntos, que não iremos brigar e que seremos o casal perfeito. Mas posso prometer a você que se ficarmos juntos em nenhum momento eu vou fazer ela sofrer novamente e que estou falando sério quando digo que a amo e que não consigo passar muito tempo longe dela. Era toda semana, de segunda a domingo, que eu ia para aquela cafeteria para encontrar a Daphne e ela acabou virando uma necessidade pra mim. Ela faz a diferença.
    Daphne abraçou meu braço, a mãe dela sorriu para mim como quem pensasse “Que fofo!” e Stuart apenas me encarava. Esse cara era feito de pedra?
    - O senhor sabe muito bem quais são minhas intenções. – disse diretamente para Stuart.
    - Ah, agora sou senhor? – ele perguntou querendo implicar.
    - Qual é?! Só porque estou com sua filha agora vai ficar falando assim comigo? – levantei irritado, fazendo Stuart levantar também.
    - Olhe como fala comigo. – Stuart me chamou a atenção.
    Continua...


P.s.: Acho sacanagem vocês descobrirem que o pai da Daphne é o Stuart antes da hora u.u
P.s²: Se alguém tiver dúvida sobre algo ou quiser falar comigo vá até o twitter @BieberFever_S2 :)

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 20


    Hoje eu decidi procurar em outras faculdades das quais eu ainda não havia nem pensado em procurar. Nada dela, só para variar. Passei novamente nos parques e em alguns restaurantes que a galera daqui gosta de ir. Nada. Será que estou mesmo na cidade certa? Não é nem mais caso de perder a esperança, mas eu já devia ter achado ela.
    Eu já andava desolado e cansado de volta para o hotel. Tinha fome e sentia uma forte dor na cabeça. Claro, eu não tenho descansado, apenas acordado cedo, a procurado e dormido pouco. Estava tarde, então resolvi pegar um café quente no Starbucks que fica na frente do hotel. O lugar não estava muito cheio e agradeci por isso. Entrei na fila e rapidinho fiz meu pedido. Fiquei encostado na bancada esperando pelo meu café e dei uma olhada no local.
    Nunca havia reparado em como esse Starbucks era legal. Era rústico, com toda decoração na base de madeira e haviam mais mesas do que em um Starbucks comum. Um Starbucks comum possuía poucas mesas e eu odiava isso, pior era o que me impedia de sentar as vezes.
   Meu coração de repente parou de bater e voltou a bater aceleradamente. EUREKA. FINALMENTE ACHEI MINHA GAROTA. Bem...a achei, mas... Ela estava em uma das mesas sentada com um garoto. Era ela mesmo? Cheguei mais perto. Extremamente perto, mas ela não me notou. Era ela. Não consigo acreditar que finalmente a encontrei. Me sentia como uma fã adolescente encontrando seu ídolo.
    Eu ia me aproximar, mas antes que eu fizesse isso ela riu e pegou na mão do menino que estava sentado com ela. Mas já? Ela já me esqueceu? Enquanto eu a procurava ela estava com outro? Agora eu sentia dor. Mas eu não vou deixar assim! Eu não fiquei a procurando para me decepcionar e ir embora sem ao menos ela saber o que fui capaz de fazer.
    - Oi Daphne. – disse frio.
    - Justin?! – ela pareceu surpresa – Mas o que...?! – ela se levantou.
    - Não, não precisa se levantar. É rápido. Eu estou aqui na sua cidade a praticamente um mês porque você veio embora mais cedo e eu tinha tentado te procurar porque eu fui um completo idiota com você. Então eu resolvi largar meu trabalho e no mesmo dia que descobri que você já veio embora eu resolvi vir atrás de você pra te pedir desculpas e para te pedir uma chance para nós. Para mantermos nossa relação. Eu te liguei milhares de vezes e nada de você. Você nem sequer atendeu ou deu uma chance para eu falar tudo que estou falando agora pra você. Então eu fui em todas as faculdades, shoppings, parques, restaurantes e etc para descobrir onde você estava e não consegui te encontrar, mas não desanimei. Hoje, estou com dor de cabeça, com sono, cansado, com fome, quase vomitando minhas tripas, mas tudo valeu a pena porque finalmente te achei. Mas ai vejo que tudo que fiz foi em vão porque você tá aqui com outro garoto. Sempre esteve, enquanto eu me matava de te procurar em uma cidade que eu nem conhecia. E sabe por que eu fiz isso, Daphne? Porque eu te amo e uma semana que passamos separados foi o suficiente para eu notar que se eu passar mais um pouco longe de você eu vou sofrer. Eu fiz isso porque te amo, Daphne. Eu te amo. Mas, como você já seguiu em frente, não precisa dar ré por minha causa. Foi um...prazer revê-la. Tchau.
    Me virei e saí dali. Eu deixei até meu café pra trás, mas não ligo. Eu tinha vontade de chorar, mas não de tristeza e sim de raiva. Eu sou um otário. O tanto que imaginei como seria nosso reencontro para acabar assim.
    - JUSTIN. - parei de andar e me virei.
    Daphne me olhava parecendo confusa, triste e ainda surpresa. Mordi os lábios e deixei minha expressão séria, por mais que de meus olhos caíssem lágrimas que entregavam tudo que eu sentia.
    - Isso é sério? – ela perguntou.
    - Pior que sim, Daphne.
    - Mas...mas você tinha...
    - Eu fui um idiota com você pelo fato de querer acabar tudo logo para não ter que sofrer, mas não adiantou nada para os dois lados e acho que foi muito pior. Então eu vim para me desculpar e...pedir para voltarmos, mas...deixa pra lá. – disse pronto para me virar novamente.
    - Por que deixa pra lá? – ela perguntou me prendendo ali.
    - Porque você...você já tá ali com aquele garoto e... Esquece...
    - Justin. Aquele garoto é só um amigo.
    - Deu pra perceber. – ironizei.
    - Justin, você olhou para a cara dele?
    - Não. Por que haveria de olhar?
    - Porque você o conhece.
    - Como? – perguntei agora confuso.
    - Aquele é meu amigo que fez você queimar a mão no restaurante. O meu amigo gay. – ela agora possuía um leve sorriso nos lábios.
    - Ah... Era...ele? – agora estava envergonhado.
    - É, seu bobo. – ela agora sorria. Que saudades eu sentia daquele sorriso.
    Eu fiquei a encarando sem reação enquanto ela sorria, até ela sair correndo para meus braços me fazendo girá-la para que não caíssemos. Eu a possuía em meus braços agora.
    - Não acredito que fez tudo isso!
    - Fiz. – disse olhando bem em seus olhos – Eu senti tanta sua falta.
    - Eu também. – ela suavizou o seu sorriso.
    Ficamos nos olhando por um tempo até não aguentarmos mais e nos beijarmos. Ficamos nos beijando por um bom tempo. Eu passava minhas mãos de suas costas para sua cintura, de sua cintura para seu rosto, de seu rosto para seus braços e assim por diante. Quando paramos de nos beijar para tomarmos ar e vermos que aquilo tudo era realmente de verdade eu me lembrei de um ponto importante. O motivo de ela ter voltado para cá.
    - Vamos. Me leve para sua casa. – pedi.
    - Por que? – ela perguntou.
    - Quero conhecer e conversar com seu pai.
    Continua...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 19

    (Justin narrando)
    Aproveito que hoje estou mais descansado e resolvo voltar a procurar nas faculdades. Vou atrás das duas que restaram e dou a mesma desculpa de que sou um aluno novo. Na primeira não encontrei Daphne e na segunda... Bem, eu estava na segunda e última faculdade e quando visitei o campus e não encontrei Daphne fiquei derrotado, até ouvir um “Psiu” próximo. Olhei ao redor e vi a secretária bonitinha da recepção. Me aproximei dela.
    - Olha, a eles você engana, mas a mim não. – ela disse brincando com um lápis que tinha em sua mão.
    - O-o que? – perguntei com medo do que ela poderia fazer. Fui descoberto.
    - O que você quer aqui na faculdade, gracinha? – fico a olhando hesitante sobre o que fazer, então ela me acalma – Não vou lhe entregar. Pode me contar!
    - Bem...eu...eu tinha uma namorada, e a gente terminou e ela voltou pra sua cidade, que é aqui. Então eu vim atrás para falar com ela, só que ela não atende o celular, então tenho que procurá-la na cidade.
    - Mas que romântico. – a secretária se encanta.
    - É...romântico, porém doloroso.
    - Acho que posso te ajudar. – ela diz fazendo eu abrir um enorme sorriso.
    Ela acessou a lista de estudantes da faculdade e começamos a caçar o nome de Daphne. Várias Daphnes, mas nenhuma era a certa. Procuramos mais de uma vez e nada. Agradeci a secretária e decidi ir embora dali. Eu ainda tenho onde procurar.
    Hoje rodei pelas áreas de lazer da cidade. Shoppings, o parque da cidade, alguns restaurantes, até que me cansei. Sempre soube que não seria fácil encontrá-la, porém, não ter nenhuma pista dela me desanima demais. Já era de noite, então decidi entrar em um barzinho que havia perto do hotel.
    Eu pedi uma cerveja e algumas batatinhas para comer enquanto bebia. Enquanto eu esperava, um senhor, que aparentava ter uns 50 anos chegou e se sentou ao meu lado na bancada. Ele pediu um chope e nada além disso. O único barulho no bar era das pessoas sentadas nas mesas atrás de mim, até que esse senhor perguntou com um ar um tanto curioso:
    - Quantos anos você tem, criança?
    - Tenho 21. – disse me virando um instante para respondê-lo.
    - Ah...não é mais uma criança. – ele comentou.
    - Isso é bom. – respondi.
    - Bom? Por que? Por causa das garotas?
    - Não. Porque minha aparência está me ajudando na minha missão aqui nessa cidade.
    - Hm, então não é da cidade? – ele perguntou – Por que está aqui?
    - Não sou nem do país. Estou aqui atrás da minha garota.
    - Saiu do seu país por causa de uma garota?
    - Sim. Ela estava estudando em minha cidade e teve de voltar para cá. Mas quando ela foi embora eu fui um idiota com ela. Então eu vim para cá para pedir desculpas e para conquistá-la novamente.
    - Garoto, na minha época, os garotos pensavam como você, mas não chegavam nem perto de botar em ação tudo que eles queriam.
    - Acho que os garotos da sua época não eram doidos.
    - Ah, eles eram. Eu era um. Você é a prova viva de que ainda existem garotos românticos nesse mundo onde quem pegar mais ganha. – ele riu.
    Nossos pedidos chegaram e nós começamos a conversar. Pedimos mais bebida e mais comida enquanto conversávamos. Acho que é a primeira vez que consigo levar um papo com um cara mais velho como se ele fosse um amigo. O nome dele era Stuart e por mais que as pessoas com a idade dele parecem ser chatas, ele é um cara bem legal. Acho que é um dos únicos adultos que não me criticariam por fazer o que fiz. Mas ele não me julga por já ter amado do jeito que estou amando Daphne.
    No total eu bebi duas cervejas e dois chopes, Stuart bebeu cinco chopes e dividimos três porções de batatas fritas. O papo que tive com ele me deu coragem para não desistir ou ao menos pensar nisso. Nos despedimos e fui para o meu hotel.
    Não me sentia bêbado, mas sabia que poderia sentir uma leve dor de cabeça amanhã de manhã. Foram apenas duas cervejas e dois chopes, mas não sou forte para beber. Dormir não foi difícil, até porque eram 23 horas e eu havia passado o dia inteiro fora. Antes de dormir, reparei que meu celular possuía algumas chamadas não atendidas de minha mãe. Preferi ligar para ela amanhã, pois não sei como, mas sabia que ela ia perguntar “Por que você fez isso? Você bebeu?” e como meu estado atual era esse e eu não gosto de mentir pra ela, preferi ligar amanhã.
    Acordei, como previ, com uma leve dor de cabeça, mas algo totalmente suportável. Tomei meu café da manhã e me dei a manhã de folga. Após tomar o café e assistir TV durante toda a manhã, resolvi ligar para minha mãe.
    Ela estava totalmente preocupada comigo. Primeiramente, ela me encheu de perguntas, sem me dar tempo de responder a alguma delas. Após se acalmar eu expliquei tudo para ela e lhe dei segurança de que estava bem.
    - Vale fazer tudo isso por causa dessa garota?
    - Ué mãe, você não queria que eu me casasse? Estou a caminho de reencontrar a garota que possa no futuro lhe dar o prazer de ser sua nora.
    No fim das contas ela resolveu entender que eu amava Daphne e me deixou sem mais perguntas. Depois desse telefonema, tomei um banho e resolvi sair novamente.

    (Duas semanas depois)
    Só mais uma semana. Só tenho mais uma semana para achar Daphne. E nada da Daphne. Eu não vou desistir agora, pois não fiquei aqui durante boa parte de um mês a procurando para desistir agora. Vou procurar até o último dia.
    Continua...

domingo, 18 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 18

    Cheguei na cidade e peguei o primeiro táxi que encontrei. O pedi para que me deixasse em um hotel que eu havia encontrado na internet e o caminho, graças ao meu bom senhor, era rápido. Aluguei meu quarto e me joguei na cama. Eu precisava de um descanso depois de ter passado todo esse tempo viajando. Dormi por umas duas horas e meia e me levantei com fome. Olhei pela janela e encontrei um Starbucks do outro lado da rua. Irônico, não? Pensei comigo mesmo e sorri.
    Na cafeteria pedi um café e um bolinho. Era meu pedido de sempre desde que Daphne me viciou nesses bolinhos. O lugar estava bem movimentado e até aproveitei para ver se encontrava um certo rosto conhecido por ali. Nada dela. Eu tenho que, primeiramente, botar em minha cabeça que não vai ser tão fácil assim. Tenho que procurar em uma cidade inteira.
    Após beber meu café e detonar meu bolinho eu peguei um endereço de uma faculdade que havia por aqui. Era uma faculdade bem concorrida, por isso comecei por ela. Na faculdade eu agi como um aluno interessado com o curso. Não aparento ter minha idade, por isso eles acreditaram que estava ali para isso. Eles me mostraram todo o campus e enquanto eu era apresentado a tudo eu olhava ao redor para todos para ver se achava minha garota. Nada.
    Risquei essa faculdade da lista e fui para outra que também era bastante cursada por aqui. Fiz a mesma tática nessa faculdade e eles também acreditaram que eu era apenas um garoto que estava saindo do ensino médio e estava pronto e curioso para conhecer seu novo ambiente de estudo. Nada.
    Na próxima faculdade já tive problema. A mulher que ia me apresentar o campus ficou desconfiada de mim.
    - Tem certeza de que tem 18 anos, senhor Bieber?
    - Claro. – disse e dei um risinho de zombação, mas mesmo assim ela não pareceu acreditar muito – Meu pai me disse. – isso fez com que eu quase me atirasse do prédio pelo que eu mesmo havia acabado de dizer.
    A senhora apenas me olhou desconfiada e com uma expressão carrancuda e pediu para que eu lhe acompanhasse. Mas mesmo assim, nada da Daph.
    Lógico que haviam várias faculdades ótimas na cidade, mas na minha lista haviam apenas seis que eram as mais visitadas e eu desisti na quarta. Todas faculdades eram bem grandes e eu ainda estava cansado da viagem. Deixei a investigação para o dia seguinte.
    Voltei para o hotel e pedi um lanche para que eu jantasse enquanto eu assistia TV. Enquanto eu lanchava recebi uma ligação. Derrubei batatas pelo chão quando sai correndo pensando que poderia ser a Daphne, mas era só o idiota do Chris.
    - Como assim você resolveu tirar um mês de férias do nada? – ele perguntou preocupado, sabendo que eu não era de ter uma atitude dessas.
    - Ah...tava cansado cara. E resolvi viajar. Você sabe...eu trabalho muito e eu ter acabo de terminar com a Daphne...são bons motivos para viajar.
    - Mas por um mês? Um mês? – ele enfatizava a palavra “mês”.
    - É. Qual o problema?
    - Justin..lembra do Tobby?
    - Seu...cachorro? De quando você tinha 12...
    - Quinze...
    - Quinze anos?
    - Sim. Quando o Tobby morreu eu sofri muito e resolvi faltar uma semana. Meus pais aceitaram porque...bem, eles não aceitaram, eles achavam que eu tava doente, mas em uma semana eu me recuperei.
     - Cara, eu não to falando de um cachorro. Eu to falando da Daphne. Eu amava a Daphne.
     - E eu amava o Tobby.
     - Chris, cara, por favor, vai dormir!
     Me despedi do Chris com dificuldade pelo fato de ele querer me contar mais coisas sobre o Tobby e fazer comparações sobre ele e a Daphne, sendo que eram dois casos incomparáveis. Então, terminei meu lanche e fui dormir.
    Essa noite sonhei com ela e foi um sonho lindo. Me sinto meio gay dizendo isso sobre um sonho, mas ela estava maravilhosa no sonho e nós estávamos juntos novamente, como se nada tivesse acontecido. Eu sei que não seria tão fácil assim encontrar ela e que o nosso reatamento não seria tão fácil, mas como vou saber se não tentar. Estou disposto a me ajoelhar e pedir a ela que volte para meus braços e que nada, nada mesmo irá machucá-la novamente.

    (Daphne narrando)
    Eu estava pronta para ir para a faculdade. Hoje finalmente reencontrei forças para levantar melhor e encarar o mundo novamente depois do que ocorreu com o Justin. Hoje será meu primeiro dia na faculdade nova. Me lembrei de pegar meu celular e tirá-lo do carregador antes de descer e finalmente ir, então ao pegar o celular vejo todas as chamadas não atendidas registradas. Justin? Mas por que ele me ligou tanto? O que ele quer? Agora que estou conseguindo esquecê-lo ele vem atrás de mim só para me lembrar de que ele existe e de que eu terei de sofrer mais? Não. Basta! Deixo o celular em cima da mesa e saio do quarto.
    Continua...

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 17


    (Justin narrando)
    - Droga! – praguejei batendo no volante do carro.
    Fui muito grosso com ela. Muito frio. Não era pra ser assim. Era pra ser indolor pra ela, mesmo que fosse doloroso pra mim, mas...ela estava agindo de maneira difícil. Eu tinha que fazer algo para que ela parasse. Era melhor que aquilo acabasse rápido para que não tivéssemos que sofrer assim.
    Pensei em telefonar, mas isso só acabaria com tudo que fiz. Só sabia que minha maior vontade era de sair desse carro e voltar correndo para ela e dizer “Eu menti! Eu te amo!”. Mas, pensando bem, ontem ela nem falou comigo direito, apenas disse “Vou embora. Amanhã a gente conversa.” Não tem sentido ela ter sido tão indiferente comigo ontem e hoje ter saído de casa se pondo na frente de meu carro.
    Esquece Justin! Você conseguiu a Daphne, que é uma garota incrível, então pode conseguir uma garota tão boa quanto.

    Hoje faz uma semana que não vejo nem converso com Daphne. Tudo que faço é pensar nela. Ela provavelmente é a garota mais doce que já conheci. Será que ela pensa em mim da maneira que eu penso nela? Talvez não, pelo fato do que eu havia dito a ela quando fui terminar. Ela deve pensar em mim como um monstro.
    Até hoje tenho peso na consciência por tudo que lhe disse. Eu não queria que ela fosse embora tendo como última lembrança aquele dia. Isso foi o que me deu força para me levantar, pegar meu casaco e ir atrás dela. Sei que provavelmente vou estragar tudo e posso até nos fazer sofrer mais. Mas quero que ela saiba da verdade que sinto.

    Fui até o apartamento dela e toquei sua campainha. Ninguém havia atendido. Bati na porta forte umas quatro vezes e nada. Um senhor passava pelo corredor e possuía correspondências em suas mãos que tremiam ou pelo frio ou pela idade que ele tinha.
    - Senhor, trabalha aqui? – perguntei.
    - Sim, posso lhe ajudar? – ele pergunta educadamente.
    - Sim, por favor. Havia uma garota nesse apartamento, certo?
    - Sim, mas ela se mudou.
    - Se mudou? Quando? – pergunto, agora, aflito.
    - Ela se mudou no início dessa semana. – o senhor me alertou o quanto eu estava atrasado.
    - Ah, então...obrigado.
    Como assim? Ela havia dito que seria até no máximo mês que vem. O que a fez mudar de ideia? Duh...eu! Talvez eu te falado com ela daquela maneira tenha feito ela mudar de ideia. O que ela teria aqui nessa cidade? Apenas a faculdade e a lembrança de um garoto que a fazia chorar.
    Eu havia pegado meu carro e dirigido até meu trabalho. Lá, eu encontrei meu chefe e comecei uma conversa amigável e um tanto rápido.
    - Quero saber se o senhor está satisfeito com meu trabalho. – vou direto ao ponto.
    - Claro! É um jovem responsável, trabalha, não falta o trabalho a toa...lhe admiro e...
    - Quando foram minhas últimas férias? – pergunto o interrompendo.
    - Acho que ha dois anos atrás.
    - Será que posso tirar férias agora?
    - Ahn...
    - Preciso de um mês.
    - Um mês? – meu chefe pergunta espantado.
    - Sim. – continuo sério e permaneço assim para que ele me leve a sério.
    - Tudo bem, então. – ele fala estranhando, mas me libera.
    Dirijo rápido até minha casa e faço as malas para um mês. Pego meu telefone e telefono para Daphne uma, duas, dez vezes ao todo. Ela não me atende e ela tem razão de fazer isso, mas preciso me comunicar com ela para conversarmos. Eu só sei a sua cidade, mais nada.
    Vou até o aeroporto e compro minha passagem. Logo depois me dirijo até uma cafeteria que possuía uma banca. Na cafeteria eu peço um café e na banca saio a procura de um mapa. Eles não tinham muitos mapas ali pelo fato de estarmos num aeroporto, onde as pessoas costumam planejar suas viagens sem precisar de mapas e etc. Resolvo então fazer uma pesquisa pelo celular, pego um mapa da cidade de Daphne e começo a fazer pesquisas. Pesquiso faculdades, lugares muito visitados por seus moradores, um hotel bom onde eu possa ficar e onde eu poderia alugar um carro.
    O voo é cansativo, até porque ela mora em uma cidade que fica em outro país. Mas enquanto viajo faço planos para ver onde posso encontrá-la. Enquanto faço esses tais planos começo a pensar em como seria nosso reencontro. Talvez eu ganhe um sorriso e um abraço apertado, um beijo talvez, ou até mesmo um tapa na cara antes de qualquer demonstração de afeto. Porém, começo a imaginar no contrário. E se eu chegar lá e ela me desprezar e não quiser me escutar? Ela pode até me banalizar por largar tudo em minha cidade para procurá-la e pedir desculpas, em vez de apenas ligar e mandar uma mensagem, embora as últimas opções fossem impossíveis.
    Essa reflexão fez com que eu me tocasse e percebesse que eu não estava apenas viajando para me desculpar. Estava viajando para ir atrás da minha garota, e trazer ela de volta para mim. Essa semana sem ela foi extremamente torturante. Estava acostumado com suas carícias, beijos, sorrisos e café, é claro. Comecei a me lembrar do nosso primeiro encontro. Por mais que ela tenha adorado, eu ainda sinto vergonha de ter a levado para jogar e comer pizza. Foi divertido. Sair de um lugar infantil à meia-noite não era para os fracos.
    Quer saber? Isso tudo vai voltar. Eu vou reencontrá-la, demonstrar meu arrependimento e fazer de tudo para que voltemos a ficar juntos, por mais que fiquemos longe um do outro.
    Continua...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Mine. Capítulo 16


    (Daphne narrando)
    - Ah. Ignora. – ele disse voltando a me beijar logo depois.
    - Não! Pode ser importante. – disse fazendo ele me soltar e ir até a porta impaciente.
    Eu arrumei tudo no banheiro e quando sai vi Justin conversando com uma mulher. Uma...mulher. Eles riam. Ela ria e segurava em seu braço.
    - Esse braço é meu. – exclamei baixo sem perceber.
    Quem é ela? Por que ela tá segurando o braço do meu namorado. Hey, que isso? Por que estou tendo ataque de ciúme se nada demais está acontecendo? Acho que estou me sentindo ameaçada, só isso. Mas eu confio no Justin. Confio nele. Ele não faria isso comigo. Faria?
    Meu telefone em meu bolso começou a tocar. Era meu pai.
    - Alô. – disse – O-o que?

    (Justin narrando)
    - É, acho que amanhã volto ao trabalho. – disse – Mas eu faltei esses dias porque estava muito mal mesmo, mas minha namorada tomou conta de mim. – sorri.
    - Sua namorada? Hmm, não sabia que namorava. – Anne sorriu maliciosamente pra mim.
    - Ela é linda. Fofa, carinhosa. Eu to...doidinho por ela. – sorri feito um idiota.
    - Que bom.  – ela disse com um sorriso – Bom, então vou indo. Tenho que voltar pro trabalho. Meu horário de almoço já acabou. – ela se despediu de mim e foi logo embora.
    Anne era minha colega de trabalho. Era muito atenciosa e...
    - Justin. – vi Daphne chamar.
    - Oi princesa. – sorri pra ela, mas esse sorriso desapareceu ao ver sua feição triste – Aconteceu algo? – perguntei.
    - Jus...

    (Daphne narrando)
    - NÃO. EU NÃO ACEITO, DAPHNE. – ele gritou extremamente bravo.
    - Justin, não é minha culpa. Me desculpa. Eu...
    - VOCÊ...VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO. A GENTE TÁ JUNTO A TÃO POUCO TEMPO E EU GOSTO...GOSTO MESMO DE VOCÊ. EU FIQUEI ANOS SEM NAMORAR NINGUÉM, SEM ENCONTRAR ALGUÉM QUE VALHA A PENA E...
    - E AGORA EU SOU IMPEDIDA PORQUE VOCÊ NÃO QUER PROCURAR OUTRA NAMORADA.
    - NÃO. VOCÊ É IMPEDIDA PORQUE EU TE AMO. – ele agora chorava – Por favor Daphne. – ele ficou me olhando por um tempo tentando reorganizar tudo em sua cabeça, parecendo confuso – Quando ele quer que você volte? 
    - Mês que vem, no máximo. – respondo.
    Eu tinha vontade de chorar, mas não queria fazer isso na frente dele.
    - A gente conversa depois. – peguei minha bolsa que estava em cima do sofá da sala e sai correndo.
    - DAPHNE. – ele gritou antes de eu sair.
    Comecei a chorar no elevador. Tão pouco tempo juntos e já tem esse efeito? Infelizmente eu havia recebido uma ligação de meu pai. Ele queria que eu voltasse para nossa cidade, mesmo que eu ainda não tivesse terminado a faculdade. Ele queria que eu voltasse para casa e terminasse a faculdade lá mesmo, já que estava quase no fim. Eu tentei conversar com ele, mas ele parecia bravo e a conversa não rendeu.
    Quando contei para Justin a primeira resposta que tive foi seu grito. Ele não entendia e muito menos eu. Ele devia estar achando agora que não faria diferença pra mim, mas o que ele não sabe é que ele é importante pra mim também. Eu andava meio desolada pra casa e imaginando como ele estaria agora. Tão lindo ele chorando. Lindo pelo fato de ver o quanto eu sou importante pra ele.

    (No dia seguinte)
    Eu estava em casa de tarde estudando para o teste que eu teria no dia seguinte, mas como estudar se minha cabeça está em outro lugar? Eu tentei então focar na matéria, mas a campainha tocou. Eu me levantei e fui até a porta meio tensa pensando se era ele, e se fosse ele o que ele faria. Abri a porta e nada surpresa encontrei Justin com a cara séria.
    - Jus...
    - Eu quero terminar. – ele disse me cortando.
    - Mas Justin, não precisa...
    - Eu quero terminar. Não precisa falar nada, já está acabado, eu só vim avisar pessoalmente porque não sou um idiota e me importo com o sentimento das pessoas. – ele se virou para ir embora me fazendo segui-lo pelo corredor.
    - Você acha que eu não me importo? Eu me importo sim Justin. – ele entrou no elevador – Você sabe que eu me importo e... – a porta do elevador fechou e a última coisa que vi foi sua face séria e fria me olhando.
    Mas por que ele fez isso se ontem ele estava chorando? Ele... Eu fui direto para as escadas aproveitando que eu não moro no primeiro andar. Eu o encontrei entrando em seu carro. Ele o ligou e quando foi andar eu me botei na frente fazendo ele frear bruscamente.
    - Sua doida. – ele exclamou assustado.
    - TEM OUTRA NÉ?! – eu gritei chamando a atenção de todas na rua.
    - Sai da frente. – ele pediu bravo.
    - Aquela mulher que foi na sua casa ontem. Eu vi que vocês estavam cheios de intimidade. Seu cafajeste. – eu chutei o pneu.
    - Sai da minha frente. – ele pediu mais bravo.
    - Me obrigue. – o surpreendi e chamei a atenção de muitos na rua.
    Isso para Justin foi a gota. Ele saiu do carro bravo. Me pegou pela cintura e me tirou do chão.
    - NÃO TOCA EM MIM. – comecei a gritar antes de ele me por no chão.
    - Essa é você, Daphne?! Sério que me apaixonei por você? – ele despedaçou meu coração e fez uma lágrima surgir.
    Ele se virou e foi embora me deixando ali. Parada. Olhando para o mesmo lugar.
    Continua...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Blog: O Retorno.

    Dramático, não?! Bem, mas estou aqui para anunciar que vou voltar para o blog queridas beliebers desse meu mundo chamado Terra. Amanhã vou voltar com uma história, que é a continuação de Mine. Então, estou aqui para avisar que amanhã eu posto o capítulo 16 de Mine, ou seja, vou retomar de onde parei!!!! Bem, minhas aulas ainda não acabaram, mas como estou com um pouquinho mais de tempo resolvi voltar, mas já sabem o motivo caso ocorra minha ausência em algum dia.
    Mil perdões por sumir assim, beliebers. Mas prometo que ano que vem vou me preparar melhor para o blog!!!! Aliás, o blog já tem dois aninhos!!!! YAY o/ E espero que vocês estejam aqui comigo por muito e muito anos!!! Amo vocês, leitoras!!! Beijos ;*
    P.S.: Se você não lembra de Mine, aconselho que leia os últimos capítulos para que amanhã retome a história com a mente fresquinha!! :)